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VOCÊ SABE O QUE É STORYTELLING?


Storytelling é a capacidade de contar histórias de maneira relevante, onde os recursos audiovisuais são utilizados juntamente com as palavras. É um método que promove o seu negócio sem que haja a necessidade de fazer uma venda direta. Em outras palavras, tem um caráter muito mais persuasivo do que invasivo.


Muito utilizado no Marketing e na Publicidade, a ferramenta se destaca pela capacidade de estreitar a relação entre uma marca e o seu consumidor final. É um ótimo aliado para compartilhar ideias, conhecimentos e demais interesses através de uma narrativa.


O termo pode ser concebido como “narrativa” ou “marketing de narrativa” e tem como objetivo criar uma conexão entre o consumidor e o produto, entre o consumidor e a marca, por meio de uma história que gere empatia, identificação, que associe vínculos positivos ao objeto destacado.


Esse conceito se enquadra perfeitamente na nossa era de hipercompetitividade por espaço, seja no âmbito físico, seja no digital, em razão da democratização e acessibilidade dos meios de produção e ferramentas de comunicação, que propiciou que empresas de pequeno a médio porte façam chegar ao grande público produtos que em nada, ou pouco, ficam devendo as de marcas tradicionais e centenárias.


Trabalhando a um preço competitivo e com recursos para disputar espaço nos anúncios digitais, estas empresas divulgam atrativos diferenciados para despertar o interesse do consumidor, para convencê-lo de que sua marca, seu produto, tão parecido com tantos outros que dividem com ele as prateleiras, mereça o seu voto de confiança.


A arte de contar histórias


O objetivo de contar uma história é encantar e cativar uma audiência. Logo, é importante ter a noção exata do seu público-alvo para que a mensagem seja a mais personalizada e assertiva possível.


Uma história interessante é a soma de alguns fatores muito bem alinhados: vocabulário adequado, enredo inteligente e provocativo, personagens que representem anseios, dores e a realidade daqueles que receberão a mensagem em questão, além de elementos e suporte visual, tais como: imagens, ilustrações, vídeos e similares – compondo uma colcha de retalhos capaz de emocionar, entreter e persuadir o seu receptor.


Marketing na atualidade: O storytelling é a bola da vez?


Quando a sua marca tem uma narrativa interessante e apresenta o seu produto de maneira sutil, o seu potencial cliente fica mais próximo do seu negócio, criando uma relação benéfica entre o consumidor e a empresa.

O estreitamento da relação entre as duas partes envolvidas no processo gera o engajamento necessário para alavancar vendas de uma maneira indireta, subjetiva e muito mais emocional – com uma produção de conteúdo mais leve e direto.


O presente é o Marketing de Conteúdo


Foi pensando em como suprir essa necessidade de obter destaque, de desenvolver mecanismos de persuasão, que elaborou-se o conceito de marketing de conteúdo, ou de relacionamento, cuja finalidade é de agregar conhecimento, valores, ao público final, gerar cumplicidade, transformando a marca em uma “autoridade” no segmento a qual se dedica.


Pelo simples fato de entregar algo a mais do que a mera exposição do produto/marca em um anúncio, compartilhar experiências, conteúdo, essa tática se mostrou, e ainda se mostra, eficaz, por afunilar o universo produtivo em um filtro seleto.


No entanto, o engajamento despertado por esse modelo de marketing é limitado, e tende a se limitar cada vez mais conforme a massificação de seu conceito, porque apesar de agregar valor a marca, o modo de como é estruturado, por meio de pesquisa sobre os assuntos mais procurados pelo público em potencial, lhe faz cair no senso comum. Isto é, acaba por exibir conteúdos semelhantes aos de outros concorrentes, seja na forma, seja na substância.


E o público sempre quer, anseia, por algo único. É ávido por novidades. Quer se sentir especial por se perceber consumindo algo raro, distinto, singular, feito na medida para as suas aspirações. Desta nova necessidade a ser superada: Se destacar da concorrência, mas de forma inigualável. Surgiu o storytelling.


O futuro é o Storytelling


O storytelling seria um estágio mais avançando do marketing de conteúdo, porque oferece não só conhecimento, mas partilha uma experiência, uma história com o objetivo de humanizar o objeto que se veicula, tangível ou intangível, construir envolvimento, intimidade, fisgar o lado emotivo do consumidor para que este se identifique de forma marcante, inesquecível, e, assim, fidelizá-lo.


O ideal é que exponha uma história única, singular. E nada melhor do que usar a própria história, a pessoal, para atender esse requisito, já que, como indivíduos, somos únicos, portanto, nossas experiências, nossas histórias, são únicas. É importante que as pessoas enxerguem verdade no que está sendo contado para facilitar o processo de empatia, de identificação.


É isso que a narrativa faz com o público. Mexe com as emoções. As melhores histórias são aquelas que falam da própria transformação pessoal, já que agora as marcas estão interessadas em vender algo a mais, além dos produtos.


Entendendo a tríade que compõem o Storytelling


O tripé de sustentação do Storytelling é fundamentado por 3 elementos, que precisam estar sempre conectados:


• Técnicas Narrativas:

Nesta etapa, são definidos os caminhos conceituais que sustentarão o conteúdo;


• Conteúdo Narrativo:

Parte mais conhecida e explorada do Storytelling, é o que dá vida à técnica;


• Fluidez:

Para uma história ser consistente, ela precisa ser contínua. Não busca ser interruptiva, mas sim criar experiências e momentos que aproximam suas audiências.


Modelo de um bom storytelling


O que é indispensável para fazer uma boa campanha de storytelling:


• Um protagonista que o seu público alvo possa se identificar.

• Uma trama que surpreenda, coloque o personagem em uma situação de risco que gere duplicidade com o espectador.

• Uma resolução que inverta o curso da narrativa favoravelmente ao personagem central e que desperte sensação de otimismo quanto ao futuro.

• Um resumo dos acontecimentos que estimule o espectador a adotar ações positivas ao seu bem estar a exemplo do protagonista.


Veja a estrutura mais adequada para elencar e exibir os componentes expostos acima com eficiência e clareza:


Introdução

Apresente o seu personagem respondendo as seguintes perguntas: Quem é esse personagem? Quais são os seus interesses? O que o motivou a estar naquele lugar no começo da narrativa? Que lugar é esse?


Apresentação do problema

Exponha um conflito facilmente identificável ao seu público que retire o personagem de sua zona de conforto e o coloque em situação de emergência.


Construção da empatia

Faça o público se vê no papel da figura central diante do problema a ser enfrentado e torcer para que este encontre uma solução satisfatória.


Superando o desafio

Mostre ao público que o protagonista optou pelo caminho mais nobre, porém mais difícil.


Conclusão

Encerre a história registrando que apesar dos sacrifícios, o herói da trama teve força e dedicação suficiente para resolver o problema e que agora se deleita merecidamente dos frutos de sua empreitada. Este pode ser o momento de exibir o pensamento central da campanha, que sintetiza tudo que foi exposto associando um conceito, um valor, um princípio na qual a empresa se norteia, o chamado slogan.


E como escolher a melhor forma de conteúdo?


Saiba os principais tipos de conteúdos para motivar o engajamento de sua audiência! Eles servem para agilizar na tomada de decisão e aumentar os resultados. Os principais tipos de conteúdo são:


Informativo

É aquele que agrega valor a partir de conhecimento. Ele é produzido para auxiliar aquele prospect que está querendo saber mais sobre o seu produto. Trabalhe com dicas, hacks e recomendações de uso. Dedique-se para ensinar esse potencial cliente. Por que não colocar um vídeo na home de seu site explicando seus serviços e mostrando cases, por exemplo?


Serviço

São conteúdos que servem para ajudar sua audiência. A lógica por trás do conteúdo de serviço é simplificar a vida das pessoas, resolver algum problema ou até mesmo a economizar tempo. Um bom exemplo foi a campanha #PreparaPraMim, que ao twittar os ingredientes disponíveis em sua geladeira + a hashtag, o usuário recebia uma receita pronta!


Comunicação

Esse conteúdo cria um senso de comunidade ao redor de elementos ou do produto em si. Trabalhar com essa vertente é bem simples: desenvolva ações que acolham as pessoas e gere comunicação espontânea. Ela também dá margem para estimular influenciadores e aproximar interesses em comum.


Entretenimento

Neste tipo de conteúdo o intuito é promover experiências à audiência. Experiência é uma trend que irá durar por muito tempo. Então, é bom investir em conteúdos que tenham significado e tragam momentos marcantes para quem interage.


E sempre se deve tomar muito cuidado para os conteúdos não parecerem forçados ou interruptivos. Precisam ser desenvolvidos de forma minuciosa, pois as audiências estão cada vez mais exigentes.


Conclusão


O storytelling é um processo que ajuda a criar histórias incríveis. Ao contar uma história, você desperta gatilhos mentais nas pessoas que estão assistindo. Esse é um processo totalmente emocional que influencia na decisão das pessoas. Podemos dizer que o storytelling é uma ferramenta de persuasão, que influencia as pessoas a fazerem negócio com você e também passam a ter a sua marca como referência no mercado. Tenha sempre uma estratégia junto ao seu storytelling. Pense da seguinte maneira: História + Estratégia = Sucesso! #storytelling #story #storyteller #art #storytime #love #stories #fotografia #writersofinstagram #poetry #writing #life #bnw #writer #illustration #streetphotography #marketing #instagram #instagood #photooftheday #street #inspiration #artist #covid #portrait #detik #bookstagram #film #music #bhfyp

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